A14: ponte militar deve entrar em funcionamento no fim de semana

Decorre em bom ritmo a instalação da ponte militar que irá ligar a Estrada Nacional 111 à A14, resolvendo temporariamente os estraves causados com a derrocada de parte do piso desta via.
A estrutura, montada na zona das pontes de Maiorca, vai ter um vão de 54,85 metros e uma faixa de rodagem de 4,20 metros, sendo o trânsito controlado através de semáforos. A velocidade máxima será de 20 km por hora.
A ponte suporta veículos até 40 toneladas, no entanto as autoridades no terreno encontram-se a estudar a possibilidade de abrir o acesso somente a veículos ligeiros, tendo em conta a fluidez do trânsito.
A ponte militar, que está a ser construída por militares que integram a Companhia de Pontes do Regimento de Engenharia nº 1 do Exército, deverá entrar em pleno funcionamento no final desta semana.
No lado oposto, a Brisa (concessionária desta auto-estrada) encontra-se a proceder aos trabalhos de ligação da A14 à ponte.

BE pede explicações
Entretanto, no seguimento do aluimento de terras que causou o abatimento do piso da A14 entre Figueira da Foz e Montemor-o-Velho, próximo do nó de Santa Eulália, o Bloco de Esquerda diz não compreender “que sem que tenha acontecido um acidente natural grave, ocorram situações como as das crateras abertas na A41, em Alfena, ou na A14, em Maiorca, e que as concessionárias não sejam chamadas à responsabilidade pelas evidentes falhas na manutenção destes equipamentos de utilidade pública”.
Os deputados bloquistas José Manuel Pureza, José Soeiro e Heitor de Sousa colocaram algumas questões ao governo sobre os timings do restabelecimento das ligações e “se estão estabelecidas nos contractos de concessão da exploração destas auto-estradas algumas cláusulas sancionatórias das concessionárias por violação dos deveres de cuidado e das obrigações de manutenção corrente e preventiva daquelas vias”.
De igual forma, perguntam se “admite o Governo determinar a suspensão do pagamento de portagens naquelas auto-estradas, no todo ou em parte, como forma de ressarcir os seus utilizadores pelos danos causados pela interrupção da circulação automóvel, enquanto esta durar”.

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