Autarquia apresenta app SmartForest: “uma aplicação de extrema oportunidade”

Esta manhã foi apresentada, por Filipe Santos, no Centro de Artes e Espectáculos, a SmartForest, uma aplicação de georeferenciação desenvolvida e disponibilizada pelo município. Pode, desde já, ser consultada (e experimentada) na página do município (clicar aqui).
Esta aplicação, baseada do Sistema de Informação Geográfica (SIG) municipal, vai ter a sua utilidade prática testada no imediato, já que permite a consulta on-line (num computador, tablet ou smartphone) dos limites das faixas de gestão de combustível – por freguesia, localidade ou até mesmo por rua -, tanto pelos munícipes como pelas entidades parceiras nesta iniciativa - Serviço Municipal de Proteção Civil, Guarda Nacional Republicana e Polícia de Segurança Pública -, facilitando assim o acesso à informação necessária ao cumprimento, e à fiscalização, da obrigação de limpeza de terrenos até 15 de março.
Os proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que, a qualquer título, detenham terrenos fora das zonas urbanas, são obrigados a proceder à gestão de combustível para garantir a sua segurança e a dos outros. Para tal devem assegurar uma faixa de limpeza não inferior a 50 metros em redor dos edifícios (habitações, estaleiros, armazéns e outras edificações).
Todo o projecto foi elaborado inteiramente pelos serviços municipais, da subunidade SIG-DU, não havendo custos acrescidos a nível de recursos humanos, nem da contratação de empresas especializadas na área do desenvolvimento de sistemas SIG ou WEBSIGe MOBILE. Os custos do projeto resumem-se às mínimas despesas inerentes aos procedimentos administrativos, técnicos e logísticos.
O potencial de replicação/transferibilidade deste projecto para outros municípios com serviços SIG é forte, dado que se baseia na WEB e visa essencialmente mitigar os problemas de acesso e disseminação da informação geográfica, dotando os municípios de capacidade de resposta às solicitações de todos os que interagem directamente com os serviços, permitindo uma tomada de decisão assertiva e atempada.

Para João Ataíde “vai ser difícil cumprir integralmente (a meta imposta pelo governo) o que não invalida que se ponha mãos à obra, e foi o que fizemos”.
Segundo o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, após esta fase de comunicação e informação quer às entidades oficiais (como por exemplo juntas de freguesia) quer à população, cabe às autarquias apurar se os trabalhos de limpeza foram efectivamente realizados, podendo substituir-se aos proprietários, imputando-lhes as respectivas custas.
A aquisição de equipamentos de limpeza e a constituição de uma segunda equipa de sapadores florestais fazem parte do plano de acção do município.
“Esta é uma «ferramenta», uma aplicação que merece ser partilhada. De forma simples, permite controlar e monotorizar todo o processo. Um dos objectivos é precisamente a prevenção (de incêndios florestais), saber que faixas foram limpas e mitigar o risco. Este é o nosso desafio, uma tarefa para os próximos anos, daí que esta aplicação seja de extrema oportunidade”, considerou João Ataíde.

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