«Helena» sem grandes prejuízos

Apesar do forte vento e chuva registados ao longo do dia de hoje, a depressão Helena não causou, até ao momento, prejuízos de relevo na Figueira da Foz.
Pequenas ramadas de árvores, contentores de lixo e de reciclagem tombados, algumas chapas e telhados ligeiramente afectados, é o balanço até ao momento.
Ao contrário do que foi comentado nas redes sociais, a Ponte Edgar Cardoso permanece aberta ao trânsito, assim como todas as vias, incluindo as próximas da orla marítima.
Recorde-se que o Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou diversos distritos da costa ocidental em aviso vermelho, muito em particular devido à agitação marítima. Estão previstas ondas de noroeste com 7 a 8 metros, com altura máxima que poderá atingir 13 a 15 metros até às 21h00 de hoje.
Depois entrará em vigor o aviso laranja, em relação à agitação marítima, até às 9h00 de amanhã, 2 de fevereiro (ondas de NW com 5 a 7 metros, com altura máxima que poderá atingir os 12 a 14 metros), passando a aviso amarelo até às 18h00 (ondas de NW com 4 a 5 metros).
Entretanto, a barra da Figueira da Foz permanece fechada a embarcações com calado inferior a 35 metros.
O IPMA prevê a ocorrência de chuva e aguaceiros com intensidade variável mas permanentes até pelo menos às 6h00 de amanhã.
Já em relação ao vento, o aviso amarelo vigora até às 21h00 de hoje, com ocorrência de rajadas de vento que poderão atingir os 85 Km/h.
Fonte dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz adianta que apesar da calmaria, todo o concelho está a ser devidamente monitorizado e a situação acompanhada ao pormenor.

Recomendações:
A Autoridade Marítima Nacional e a Marinha reforçam a recomendação, em especial à comunidade piscatória e da náutica de recreio que se encontra no mar, o eventual regresso ao porto de abrigo mais próximo e a adopção de medidas de precaução.
Recomenda-se o reforço da amarração e vigilância apertada das embarcações atracadas e fundeadas, bem como evitar passeios junto ao mar, de onde se destacam os molhes das entradas das barras e zonas nas praias junto à água.
Aconselha-se igualmente que os marítimos mantenham um estado de vigilância permanente e o acompanhamento da evolução da situação meteorológica, dos avisos à navegação e de previsão meteorológica radiodifundidos pela Marinha relativos à previsão meteorológica do IPMA, bem como outras informações das capitanias sobre as condições de acesso aos portos, evitando sair para o mar até que as condições melhorem.
À população em geral que frequente as zonas costeiras, aconselha-se que se abstenham da prática de passeios junto à orla costeira e nas praias, bem como da prática de actividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima, sendo essencial que assumam uma postura preventiva não se expondo desnecessariamente ao risco.
Caso exista absoluta necessidade de se deslocar até à orla costeira, deverá manter uma atitude vigilante.
Desaconselha-se vivamente a pesca lúdica, em especial junto às falésias e zonas de arriba nas frentes costeiras atingidas pela rebentação das ondas, tendo sempre presente que nestas condições o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.

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