José Cid quer doar espólio musical à Figueira da Foz

O projecto Orquestrae voltou ao palco do Centro de Artes e Espectáculos, na tarde de ontem, unindo musicalmente a Sociedade Filarmónica Quiaense, sob a batuta do maestro António Jesus, ao artista José Cid.
Baladas de sempre entoadas por uma voz que dispensa apresentação e tocadas por uma das bandas da casa cumpriram o intento a que se propõe o projecto Orquestrae, enquanto meio de potenciar o desenvolvimento das bandas filarmónicas do concelho.
José Cid considerou o espectáculo “um momento cultural de qualidade, uma experiência surpreendente e indispensável para dar visibilidade à qualidade técnica e artística das nossas bandas filarmónicas”, situação corroborada pelo público que não hesitou em entoar canções que fazem parte do repertório musical nacional.
O artista confidenciou que não pode de todo ficar indiferente à forma como sempre foi e é recebido na Figueira da Foz, afirmando que tenciona doar o seu espólio musical à cidade.
O presidente da Câmara, João Ataíde, considera de grande importância este tipo de evento, enquanto “meios potenciadores e capazes de dar visibilidade ao trabalho tão profissional de um conjunto de músicos que, sob a batuta dos seus maestros, com grande arte e engenho, mostram que são capazes de estar à altura dos maiores profissionais da arte musical”.

 

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