Nuno Pinto é o novo comandante dos Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz

Nuno Filipe da Costa Pinto apresentou-se hoje de manhã no quartel dos Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz para iniciar a comissão de serviço de cinco anos em funções de comandante, assume ainda a coordenação do Serviço Municipal de Protecção Civil.

O novo comandante, conforme explicou o presidente da autarquia, “tem uma vasta experiência” nesta área da segurança e socorro de pessoas e bens, nomeadamente enquanto enfermeiro e quadro do INEM, oito anos de adjunto dos Bombeiros Voluntários de Castro D’Aire e formador do Corpo Nacional de Bombeiros, entre outras valências.
“Este foi um desafio imediatamente aceite”, disse Nuno Pinto, invocando dois aspectos: “este é um corpo de Bombeiros muito reconhecido e com provas dadas o que facilita em termos de comando”. Por outro lado, “a coordenação da Protecção Civil é também um grande desafio, com um trabalho muito longo a fazer e assente na máxima da prevenção para, de alguma forma, mitigar eventuais problemas”.
Num breve olhar ao concelho agora sob a sua «protecção», o novo comandante colocou no mapa de preocupações a ter em conta a demografia local, a área florestal, proximidade ao rio, mar e serra, malhas urbana e rural e unidades industriais. “Este é desafio difícil por natureza, mas vai ser ultrapassado. Não sozinho, mas com todo o corpo”.
Com vasta experiência em socorro de pessoas, o facto da corporação que agora comanda não ter «unidade de saúde» não o preocupa: “a Figueira da Foz está extremamente bem servida em termos de resposta pré-hospitalar com a presença dos Bombeiros Voluntários, Cruz Vermelha e INEM sediado no Hospital”.

A Figueira da Foz está bem entregue, a segurança das pessoas está salvaguardada”

Carlos Monteiro recordou nesta apresentação investimentos realizados pela autarquia figueirense nos últimos anos, nomeadamente na aquisição de viaturas e construção do actual quartel, bem como aumento do valor de 600 mil para 900 mil euros em vencimentos dos Bombeiros Sapadores.
Quanto ao eventual reforço do quadro de pessoal, o presidente da autarquia reconhece que “deficiência em termos de recursos humanos vamos sempre ter, mas assumimos um compromisso entre o óptimo e o possível”. E por falar em «meio-termos», o edil recordou o reforço recente de um protocolo com os Bombeiros Voluntários para utilização da viatura de auto-escada.
Resumindo, Carlos Monteiro destaca que “temos a mais valia de ter um concelho com um corpo de Bombeiros Sapadores, mas também um outro, de Voluntários, muito bom. A Figueira da Foz está bem entregue, a segurança das pessoas está salvaguardada”.
Recorde-se que com a saída de Nuno Osório das funções de comandante dos então Bombeiros Municipais, a corporação (agora Sapadores Municipais) tem sido comandada interinamente por Jorge Piedade.
Em breves comentários, o chefe dos Sapadores refere que “é meu dever dar continuidade a esta casa, estar como sempre estive, sempre disponível. O novo comandante tem aqui um bom corpo de bombeiros, profissionais e dedicados”.
Olhando para o grupo de homens e mulheres que tem vindo a liderar, Jorge Piedade explica que “temos actualmente 34 elementos. Com a passagem a Sapadores, não está ainda definido o número de elementos de cada companhia, batalhão, regimento. Mas neste contexto, o ideal seria 10 a 11 elementos em permanência. Hoje temos uma média de oito elementos por piquete”.

Legenda: Nuno Pinto, Carlos Monteiro, Carlos Pinto, Jorge Piedade e Fernando Cardoso

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