Vencedores do Figueira Film Art 2017 vieram do Japão e Espanha

Com a cerimónia da entrega de prémios, terminou a 4.ª edição do Figueira Film Art , com a organização a divulgar os vencedores. A obra "The Albino′s Trees", de Masakazu Kaneko, venceu o prémio de melhor longa metragem de ficção,
A segunda longa metragem do realizador japonês de 38 anos foi considerada pelo júri, presidido pelo encenador e cenógrafo Andrzej Kowalski, o melhor filme do festival que se realiza na Figueira da Foz.
Segundo o Figueira Film Art, "The Albino′s Trees" fala do dilema ético de um caçador que "aceita um contrato lucrativo para matar um veado branco raro" cuja presença destrói o turismo da região, mas que é venerado por uma comunidade local.
Durante a cerimónia de entrega de prémios, que decorreu na noite de sábado, no Casino Figueira, Masakazu Kaneko arrecadou ainda os prémios de melhor realizador e melhor fotografia.
O documentário dos espanhóis Juan Gamero e Carmen Rodríguez "Els Karamazoff", sobre o grupo de artistas de Barcelona que iniciaram as suas carreiras nas fábricas abandonadas do Soho, em Nova Iorque, na década de 70, arrecadou o prémio de melhor longa documental.
"Une Derniere Course", de Sérgio do Vale, venceu “ex-aqueo” com "El Mundo Entero", de Julián Quintanilla, o prémio de melhor curta de ficção do Figueira Film Art, e "Rota do Contrabando", do português Eduardo Costa ganhou o prémio de melhor curta documental.
O filme "A Instalação do Medo", baseado na obra homónima de Rui Zink, de Ricardo Leite, venceu o prémio "Escolas" (filmes realizados em contexto escolar ou académico).
O prémio de melhor argumento foi para o trio responsável pelo guião de "El Candidato", filme do Peru, Alvaro Velarde, Jesus Alvarez e Daniel Render.
O Figueira Film Art, que se realiza na Figueira da Foz, começou a 28 de agosto e terminou no último domingo, contando com 67 filmes de 23 países a concurso. O Figueira Film Art, que vai na sua quarta edição, surgiu na sequência do Festival Internacional de Cinema da Figueira da Foz, que se realizou durante cerca de 30 anos, tendo terminado em 2002.

Festival homenageou figueirenses
Integrado no certame, a organização continua a homenagear figueirenses que se destacam pelo seu trabalho anónimo em prol da comunidade e muitas vezes esquecidos pela sociedade.
Este ano, o Festival foi “apadrinhado” por João Mário Grilo, figueirense e professor universitário, ensaísta e cineasta português.
João Mário Grilo foi distinguido pela organização, tendo Jorge Lé falado sobre o percurso deste cineasta figueirense.
Também no decorrer da iniciativa, foi prestada uma homenagem aos figueirenses Isabel Girão (comerciante ligada ao cinema e ao teatro), João Armando Gonçalves (figueirense e presidente do Comité Mundial de Escuteiros) e Miguel Borges (figueirense e actor).

(José Santos)

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