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«A mediação imobiliária é muito mais do que vender casas»

António Ambrósio, sócio-gerente da Imoexpansão, tem a mediação imobiliária no sangue. Era ainda miúdo quando a mãe, Ana Machado, lhe abriu as portas do negócio e o colocou a fazer pequenos recados, primeiro, e diligências maiores, mais tarde. Aos 18 anos, o jovem decidiu que queria mesmo seguir as pisadas da mãe. Hoje, com 45, divide com Ana Machado a liderança de uma empresa a caminho dos 27 anos, e garante que se a mudança das instalações vem contribuir para a melhoria de condições de trabalho e de acolhimento a clientes, em tudo o resto a Imoexpansão se mantém igual a si própria: familiar, com atendimento personalizado e com um rigoroso respeito pelos interesses dos clientes, que, neste ramo, são sempre a dobrar.

Como foi crescer na e com a Imoexpansão?

Cresci no meio das vendas. Fui aprendendo e fui gostando, ou seja, foi a própria actividade da mediação imobilária, o contacto com os clientes e o dinamismo do processo que envolve os negócios que me foram conquistando.

Vender casas?

A mediação imobiliária é muito mais do que vender casas e a vertente de que mais gosto é a da consultoria imobiliária, que se refere ao aconselhamento aos clientes, de forma a que o negócio que pretendem realizar se transforme num bom investimento.
Quanto à mediação imobiliária, é preciso, como o próprio termo indica, mediar os interesses de quem vende e de quem compra, ou de quem coloca no mercado de arrendamento e de quem pretende arrendar.
São, à partida, interesses opostos: quem vende ou arrenda quer o valor mais elevado, quem compra ou quer arrendar tem em vista o valor mais baixo. Na mediação imobiliária, se é certo que o nosso primeiro cliente é o vendedor ou proprietário, a verdade é que a contraparte acaba por sê-lo também.
Um trabalho bem feito requer conhecimento do mercado e dos clientes para que, no final, o negócio seja percepcionado pelas duas partes como justo e vantajoso, e que na realidade o seja.

O mediador tem de conseguir cedências de ambas as partes…

Sim, normalmente sim. O mediador é um diplomata. Cabe-lhe, por exemplo, nos negócios de arrendamento, explicar ao proprietário que um inquilino a quem se reconhece idoneidade, um comportamento exemplar, pode justificar uma atenção no valor da renda, porque um bom inquilino, como se sabe, vale ouro.
Na compra e venda é necessário muitas vezes perceber o que pretende cada uma das partes, ajustar expectativas, enfim, mediar. E há cada vez mais negócios que, sem mediação, não se fariam. As pessoas preferem confiar na mediação imobiliária do que arcar com a burocracia destes negócios, além de que muitas vezes não têm a paciência necessária para chegarem a um entendimento e, sobretudo, não querem correr o risco de serem enganados.
A mediação imobilária, feita por mediadores devidamente licenciados pelo IMPIC, com licença AMI, oferece garantias de segurança, honestidade, transparência e credibilidade.

E a consultoria imobiliária?

É uma área em expansão porque depois do pico da crise de 2008-2012, o mercado imobiliário voltou a entrar em crescimento e ainda está longe dos valores de mercado de antes da crise, ou seja, do nível da especulação imobiliária, pelo menos fora dos grandes centros urbanos, como Lisboa e Porto.
Isto significa que é possível investir em bens imobiliários e obter rendimento, seja colocando-os no mercado de arrendamento, onde há mais procura do que oferta, seja comprando agora a um determinado valor para, daqui a uns anos, vender por um valor mais elevado, tendo entretanto estado a usufruir do imóvel, pessoalmente ou, mais uma vez, através da obtenção de rendas.
Ora, saber que imóveis se adequam a estes resultados é o trabalho do consultor imobiliário, até porque o investidor pode nem estar fisicamente presente no território. Um trabalho bem feito, nesta área, aliás como nas que referi anteriormente, dá frutos, fideliza os clientes.
Por isso é que defendemos que o nosso trabalho é muito mais do que vender ou arrendar casas… mais do que um negócio fechado, são dois clientes satisfeitos que nos asseguram que estamos no bom caminho.

Nas novas instalações, em vez de diplomas de formações ou documentos do género, optaram por uma parede com os bilhetes de agradecimento que os clientes vos foram deixando ao longo dos anos…

Exactamente. Estes são os «diplomas» que mais acarinhamos. Somos uma empresa familiar, temos, por opção, uma pequena equipa que se dedica muito a cada cliente.
Não queremos ter centenas de imóveis em carteira, queremos ter disponibilidade para trabalhar bem cada imóvel que nos é confiado. É isso que nos distingue e que, muitas vezes, resulta numa proximidade com os clientes, que se vão tornando amigos.
Em 26 anos já é fácil sentir isso, temos clientes que nos confiam negócios uma e outra e outra vez. Temos arrendamentos que gerimos mesmo entre contractos, estão-nos confiados, tratamos de tudo. Nenhuma empresa permanece no mercado quase três décadas sem ter um capital de credibilidade digno de registo.
Esta parede é o nosso registo não oficial mas muito importante.

Falou no pico da crise 2008-2012. Como lhe sobreviveram?

Mais uma vez, a nossa natureza familiar e dimensão ajudaram. Uma equipa pequena tem menos custos fixos, logo, é mais fácil aguentar o barco durante uma tormenta.
Mas não é só isso. A baixíssima rotatividade dos nossos colaboradores faz com que sejamos quase uma família também. E quando decidimos uma nova estratégia, ela é facilmente percebida, interiorizada e implementada por todos. Foi o que aconteceu nessa altura, em que começámos a apostar mais no mercado de arrendamento.
Com o acesso ao crédito mais condicionado, a procura por arrendamento cresceu e tornou-se também opção para proprietários de casas para venda que não encontravam comprador, bem como para investidores, dado que a compra de um imóvel para investimento se tornou uma opção segura e rentável.
Perceber a tempo essa mudança no mercado foi de extrema importância durante esse período conturbado. Mas houve sempre, ao longo dos anos, esta dinâmica na Imoexpansão: experiência e experimentação de mãos-dadas, sem medo dos desafios, que são o que nos faz crescer.

Uma equipa pequena, constante e multifacetada, é esse o segredo da longevidade da Imoexpansão?

Segredos há vários e, pela sua natureza, não se revelam… mas sim, é um dos ingredientes do sucesso do nosso percurso.
Há outros, claro, desde logo a aposta na formação de toda a equipa. Se todos fazemos tudo, temos de saber fazer muito bem. E este é um sector onde há muita oferta e muito interesse. As vendas têm isso, essa dimensão de competitividade e brio, que nos faz querer ser cada vez melhores.
Há uma certa adrenalina, uma apetência pela inovação que, na Imoexpansão, fazemos questão de aliar a um modo de estar conservador. Costumo dizer que somos um clássico moderno, clássico na forma de estar e moderno na forma de actuar.

Novas instalações mas a Imoexpansão de sempre?

Sim, claro. O nosso ADN não mudou. Os nossos clientes sabem o que temos para oferecer: conhecimento do mercado, bons produtos, preços competitivos e uma grande dedicação a cada caso.

Para mais 26 anos de actividade e mais uma parede de bilhetes de agradecimento?

Sim, no mínimo. Estamos a trabalhar para isso.

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