Hospital «bate» recordes de produção e mantêm contas equilibradas

O Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) «bateu» recordes de produção, tendo realizado, no mês de março de 2017, mais de 10.000 consultas, e intervencionado cerca de 600 doentes, números nunca antes alcançados.
Quando comparado com o 1º trimestre do ano de 2013, o HDFF, aumentou em 40% o número de cirurgias realizadas, tendo, atualmente, apenas mais uma sala de Bloco Operatório a funcionar, quando comparado com o ano de 2013. Simultaneamente, no primeiro trimestre de 2017, o HDFF melhorou os tempos de espera alcançados em 2016 e os custos operacionais por doente padrão.
“Os dados positivos verificados no 1º trimestre deste ano seguem os bons resultados já alcançados em 2016”, refere fonte hospitalar.
Segundo os dados do benchmarking hospitalar, publicados pela ACSS, IP, no ano de 2016 o HDFF teve o custo operacional por doente padrão mais reduzido do seu grupo de hospitais, sendo um sinal evidente de eficiência, e obteve o melhor desempenho do seu grupo na % de primeiras consultas realizadas em tempo adequado.
É de referir que, em 2016, a par do aumento da produção assistencial, assistiu-se a um controlo dos custos operacionais, tendo estes resultados sido determinantes para o HDFF ter alcançado, novamente, um EBITDA positivo, de cerca de 0,8 milhões de euros. Regista-se o facto do Hospital da Figueira da Foz, ao longo do mandado do atual presidente do conselho de administração, Pedro Beja Afonso, ter registado sempre EBITDA positivo.
Refira-se que para a obtenção dos resultados “foi fundamental o alinhamento organizacional conseguido. O bom desempenho clínico e económico do HDFF resulta do reforço da governação, de implementação de novas políticas e práticas de gestão, de uma melhor articulação em rede de cuidados e com a comunidade e da criação e promoção de uma nova cultura institucional. O alcance destes resultados só foi possível pelo facto de haver um grande empenho e dedicação dos profissionais do HDFF”, salienta a mesma fonte.
O ano de 2016, fica também marcado pela candidatura no âmbito do programa Portugal 2020 ao co-financiamento da construção do futuro Bloco Operatório, projeto este determinante para o hospital, e que se encontra em fase de conclusão pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.
Pedro Beja Afonso considera que “o Hospital da Figueira da Foz é à data de hoje um hospital melhor que em 2013” (início das suas funções no HDFF) e que “também é isso que se exige aos gestores”. Para o responsável “o HDFF, tendo ainda margem para melhorar, tem, atualmente, um papel cada vez mais relevante na rede hospitalar”.
Nota: EBITDA é a sigla de «Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization», que significa «Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização».

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