A maior estupidez humana é ser-se estupidificado ou estúpido

A maior pequenez (estupidez) humana é pensar-se que não se é
A estupidificação nasce, desenvolve-se, parte-se e reparte-se e, no fim, acompanha-nos no que nos dizem para pensarmos que é tudo eterno (para ser mais belo?), o descanso do corpo e a vida a poder ser vivida sem carne limitadora, a alma mater.
Estar deitado, queimado ou etéreo, com “Avé Marias” ou “Pai Nossos”.
Oh que coisa, um estúpido a falar de estupidez, (que ) coisa mais estúpida (,) não há!
A não ser, ou ser, ter estupidez e não se falar dela (ainda não vi isso, cá, nem no pouco que de “pisei”, lá.
Todo o ser humano é estúpido por natureza...

Se não é a pensar é a falar
Se não é a escrever é a ler
Se não é a correr é a sentar-se
Se não é a falar é a estar calado
Se não é a rir é a chorar
Se não é a ir é a chegar
Se não é a dormir é a acordar
conditio hominum

Mundo estúpido?
Não sei, muitos falam do mundo
Eu não, falo do que conheço, não o conheço, nem sei onde ele está, porém, do que conheço, desse pouco que vejo “ és tu… pido”, peço o quê a quem? A quem é que eu peço? Injurio nos dias de hoje, com as palavrinhas deturpadas para mendigar um pedido meu e atribuo-lhe uma batota frásica?
Entre tantas (e muitas) diferenças e semelhanças que o homem tem com o que pisa, tem o que come, tem o que fertiliza, tem o que sonha, tem o que idealiza, tem o que consome e o que o consome.
No Brasil, existe um estúpido e, eu sou estúpido porque estou a gastar tinta e folha a falar dele. Pior, é que gasto os últimos dez minutos do meu almoço para ser ainda mais, tipo os dez mandamentos, que este “tubo” cabalmente quebra para cada nova conquista, de ensaio em ensaio. “Portugal à vista, sr. Comandante” …” Portugal à vista”!

“Bolas e Onagros”, vais acabar com tudo o que é brasileiro, a mistura única e rica que esse chão tem de cores de sangue, de tradições milenares, de animais bem mais inteligentes do que tu!
De gerações e gerações de “dialectos de ternura”, esses sim, brasileiros, não tu!
Tu és produto de um tubo de ensaio que querem trazer para a Europa, a “trocos”, não de bola, de bala.
Se cá chegares, eu digo-te, no acordês que preferires, “velho” ou “novo”, és um estúpido-estupidificado-estupidificante!
Agora, devolve-me cá, aqui, a mim, a tua bala, sem me tirares de vista, seu ignorante!

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