Alto Rejo

Deixa-me morar nesse celeste-azul
Beijar esse lábio, devagar, num gesto arrepetido e único
Fazer amor contigo pelas tardes
Viver contigo, debaixo dos teus cobertores
Meu amor, é tão bom tudo o que me fazes
Deixa-me falar-te nesse sorriso
Trincar os teus dentes, sem querer nem poder, juízo
Dar-te nada e dar-te tudo
Como tudo me és e não dás por isso
Dum para disco, ouço, paraíso
Deixa-me viver nessas manchinhas
Contá-las uma a uma
uma a uma, duas e mais trinta e sete
até serem nunca minhas
Deixa-me agarrar-te contra mim
E dizer-te que, a partir de agora, meu amor
todas as manhãs são minhas.

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