Droga de vida!

Pois é! Hoje vamos falar desse flagelo que é a droga. Hoje vamos falar da atividade económica, criminal e de todos os “interesses” que lhe estão subjacentes.

Por causa da maldita droga morrem milhares de pessoas diariamente. Morrem aquelas que, sob tenebrosas alucinações, se suicidam sem saberem. Morrem aquelas cujos corpos apodrecem, literalmente, ainda vivos. Morrem aquelas que, acometidas por “ over doses” não chegam, sequer, a ter tempo para desenfiar a agulha da veia. Morrem aquelas que contraem cancro nos pulmões e padecem duma asfixiante e penosa morte por falta de ar. Morrem aquelas que em lutas desesperadas disputam a maldita e fatídica grama de droga. Morrem aquelas que estão presas e são vítimas dos gangues. Morrem os traficantes e os seus ferozes chefes, em acirrados combates na disputa dos territórios e na manutenção dos efémeros domínios do tráfico, e morrem também os polícias e os elementos das outras forças que a combatem.

A maldita movimenta milhões e milhões, rios e rios de dinheiro diariamente. Destrói famílias. Cria ladrões dentro dos lares, filhos que, inicialmente, furtam os pais e os irmãos, depois furtam os vizinhos e, por fim, roubam tudo e todos para alimentarem os recetadores que em desproporcionadas trocas de um para cem, de um para mil, e por vezes mais, fornecem a moeda para a compra a pronto e à vista da malfadada droga.

Depois, aquele dinheiro impregnado de dor, sofrimento, roubos, vidas e sonhos desfeitos e sei lá o que mais, é trocado por carros de alta cilindrada em que se lançam em loucas perseguições de vida ou morte, em jogos de esconde-esconde a altas velocidades jogados e acompanhados por músicas tocadas com armas de tiro repetido. À noite, esse dinheiro, abrilhantado por néons intermitentes, paga fantasias e taras encobertas, amenizadas por músicas ruidosas e nuvens de pesado e opressivo fumo. Cumpre-se o ditado popular: «O Diabo o deu, o Diabo o levou!»

Nessa selva, os grandes chefões do tráfico, cujo poder e reconhecimento é conquistado a poder de muito sangue derramado, têm fulgurantes e curtos reinados. Nesse curto espaço de tempo, juntam colossais quantias de dinheiro que, a custo, muito custo, tem de ser “lavado” e desmultiplicado em desvalorizações de um para cem, de um para mil e por vezes mais. Depois, já “limpinho”, “limpinho”, sem nódoas nem cheiro de sangue, esse dinheiro cai em contas bancárias inominadas, apenas identificadas por falíveis cifras bancárias, que se destinam a ocultar os proprietários e a impedir que se lhes siga qualquer rasto. Infalivelmente, esse dinheiro acaba por desaparecer mergulhado na corrente daquele rio de sentido único que desagua no “oceano pacífico” dos verdadeiros senhores, verdadeiros interessados e propiciadores deste mal que é, estrategicamente e fundadamente, implementado.

A maldita é apenas uma parte dum plano que, com absoluto sucesso, meticulosamente e sem falhas, vem sendo, há muito, executado. Ela insere-se num plano de eugenia encapotado, cujas vítimas são, na sua maioria, jovens e que tem um perverso, mas eficaz, efeito multiplicador camuflado, na acelerada diminuição da população humana.

Este “negócio” e muitos outros, cujos propósitos e fins são iguais, cessarão, de um dia para o outro, tal como acontece com o fogo afogado, quando, cumprido o “PLANO” a quantidade e a “qualidade” da população mundial, se encontrarem nos níveis pretendidos.

Contas feitas, “ELES” matam, baixam o número da população, reduzem a taxa da natalidade e ainda ganham pacíficos oceanos de dinheiro..., e mais não digo!

 

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