maniazinha das intelecções

Agora pensa, que alguém proveniente de uma esfera de unidade social, tenta na troca de rasgos de intelecto "in"formal, encher-te a dispensa de papeis interdependentes, inócuos de tão surpreendentes. Perceber tal como um seu e um você na tua mesa, só por querer também o ser. E, sê-lo em me destreza... até em que canto canta lá dentro nos meandros da música, na sua variante de infâmia que como diz a letra, no intelecto há sempre um refém, a valer. Disso, nem escapa a fama...e remói. Dói até a cama. E, andar? Essa variante de pensar é tudo menos a poder ver.

Não penses por ninguém

Quando pensas que não o pensas,
pensas a toda a hora sem o perceber.
Lá dentro onde se esconde essa infante maníaca de o tentar perceber. Erro mastodonte, criação sem nada para comer.

Sem ilumínios de Espinosa, Voltaire e tantos a um só, nada haveria sem que fosse ilimitado o desígnio de poder entender.

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