Milagre! São rosas...

Fria, fria e cinzenta cerrada,//
a manhã de Janeiro trazia tristeza!//
Perigava nela a saúde já arrasada!//
Não o surpreendeu a amada com a aspereza://
- Já na rua?! Com este frio e névoa gelada?!//
Porém, ela sabia! Sabia com certeza!//
- Querida! São rosas! São pães..., são encantos para as almas aperreadas!//
- Rosas em Janeiro?- mostra-mas! Ressoou firmeza!//
Caíram-lhe do regaço onde as encerrava,//
milhares de rosas no papel, rosas de transbordante beleza!//
Caíram sonetos, quadras, rimas soltas e versos em enxurrada!//
Eram "pães"..., eram tantas rosas, era farta a mesa...//
Rosas brancas no papel, rosas em Janeiro para o ano inteiro jorradas!//
Eram verdadeiras rosas em Janeiro! Era milagre certeiro! Que beleza!//

*Este texto foi escrito segundo os termos da ortografia anterior ao recente (des)Acordo Ortográfico.

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