Mulher fútil!

Mulher fútil!
A vida não te foi madrasta!
Foste tu que descuraste o ensinamento útil!
Agora provas também a vergasta.
Chora!
Prova das lágrimas que causaste!
Muitos te ofereceram o amor que agora imploras,
...tantos foram aqueles que magoaste!
É tarde!
Já não batem aqueles corações!
Sucumbiram naquela dor que arde,
não lhes mereces os perdões!
Mira-te!
Olha-te no espelho da tua pele!
Escorrem-te agora as lágrima, admiras-te?
Mas…a vida já te foi mel!
Cigarra do amor!
Porque tanto te lamentas?
São ainda pequenas as tuas dores!
Logo a mim formiguinha que as sofri lentas?
Geme mulher!
Prova do que fizeram os teus encantos!
Bebe agora do teu fel à colher!
Tu que acenavas amor e servias prantos!
Torra!
Saboreia! Que te seja lento o sofrimento!
Acaba sempre assim aquele que o amor borra.
De nada te vale agora o arrependimento!
Borboleta desasada!
Mulher fútil que tanto choras.
É tarde! Mira-te cigarra pranteada.
Geme! Torra na borboleta onde moras!

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