O mau Banqueiro!

Não existem bons Banqueiros nem bons Bancos, apetecia-
-me dizer!
Mas logo me veio à memória o Grameen Bank, aquele do micro-crédito (que significa “de vilarejo” ou “rural”), fundado em 1983 por Muhammed Yunus e, por isso, talvez… este possa ser um bom Banco… Talvez!...
Quanto a si, meu caro, digo-lhe que nunca fui à bola com a sua cara! Sempre detestei esse seu ar -que eu não sabia definir-, que só vim mais tarde a descobrir porquê, quando soube da sua alcunha: o “ DDT”.
Era precisamente isso! Era esse seu ar de “Dono Disto Tudo”, essa altivez indisfarçável, essa arrogância desmedida, que ainda hoje mantém, que me causavam e causam tanto asco.
Quis o destino que o senhor tivesse nascido num berço dourado, num berço de ouro verdadeiro. Quis o destino que o Banco da família tivesse o nome dela. Que grande e monumental erro! Esse erro veio a ser determinante para o seu trágico fim e veio a ser fatal para os incautos e crédulos depositantes, que viriam, com grandes prejuízos, a descobrir que ele, verdadeiramente, não tinha um espírito santo, pelo contrário, era um mau Banco.
Errou! Cometeu o pecado venal! Cegou-o, certamente, a vaidade, quando tomou por seu o todo, sabendo que uma parte dele (do Banco) não era sua. Desconheço o tamanho da parte que não era sua, desconheço o tamanho da parte que era dos accionistas, de alguns trabalhadores, clientes e dos depositantes.
Como se fosse dono e senhor de tudo ou do todo, melhor dizendo, jogou o jogo dos Banqueiros. Deslumbrou-se. Esqueceu-se que, à escala mundial, era pequenino. Esqueceu-se que à escala mundial era minorca. Jogou forte! Jogou pesado! Arriscou um passo maior que a perna! “ Bancou” praça na roda dos escarnecedores e dos jogadores! Foi lorpa! Perdeu! Quando se sentiu perdido, o Dr. Carlos não lhe reconheceu “MOEDA” e todos os outros, também, o abandonaram! Mendigou mais crédito junto daqueles tubarões que o haviam engolido! Apesar de sobejamente avisado, mendigou mais crédito junto daqueles que, para lho emprestarem, o atolaram com mais e mais daquele “lixo tóxico” que repassou para os desavisados e inocentes clientes. Meteu-se em operações que o negócio sério e decente não “ COMPORTA”, por isso perdeu o seu e deitou a perder o dos outros que, para tal, não foram tidos nem achados.
Agora, fala em lavar a honra?! Qual honra?! Continuamos a brincar?!...
Honra lavada, reconheço-a no acto desesperado de Martim de Freitas!
Zás,pás!

 

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