Com a Figueira da Foz, com os Figueirenses.

Pois é!..., mas é, no mínimo, obsceno!

Meu caro, há coisas na vida que são o que são e..., ponto final!
Infelizmente caiu-lhe a máscara e, o caro mostrou apenas que não é diferente dos outros! É igual! É igualzinho! Provam-no irrefutavelmente os factos!
Tal como muitos outros, o caríssimo usa um discurso para ganhar a vida e complementa esse modo de ganhar a vida, com alguns outros actos extras..., igualzinho a tantos outros. Ponto!
Todavia..., há actos e actos... Há actos que, à luz da visão materialista da nossa sociedade e, até do estado actual da humanidade, são franca e abertamente estimulados, são absolutamente legais! Há muita, muita boa gente que os considera uma prática inteligente, uma prática de fino recorte de empreendedorismo.
Em qualquer parte do mundo, comprar um imóvel para o vender posteriormente com lucro, é classificado e é considerado especulação imobiliária. É uma vulgar, vulgaríssima prática capitalista! PONTO!
- Então, qual é o mal?; - Que mal há nisso? - perguntarão alguns, já irritados! - Nenhum! - respondo-, se...
Dizem à boca cheia, as línguas experientes e sabidas, que é juntinho à braseira que nos aquecemos. É a pura das verdades! É por essa substancial razão que temos tantos "voluntariosos" políticos e temos tantas políticas de favores...
Não há como camuflar. Muitos dos actos e das práticas inerentes a este negócio concreto, são um compêndio, são um manual de como fazer bem, aquilo que na sua essência é ou está mal feito...
Caríssimo! Não há como tapar o sol com a peneira! Aquele acto corresponde a uma prática ferozmente capitalista, apenas praticada por quem tiver estômago e sangue para tal - apesar de legal e para muitos, absolutamente legítima! Foi devidamente premeditado e calculistamente bem executado!
Doravante, tudo o que acerca dele disser, são remendos serôdios de desculpas de mau pagador, são golpes de rins, são jogadas de sobrevivência política porque..., MORALMENTE..., o caríssimo, MORREU..., enforcou-se com a comprida corda da ganância e tombou do periclitante banco do equilíbrio da hipocrisia encoberta por palavras enganadoras sem qualquer suporte na praxis, na dura, austera e exemplar conduta...
Nada me surpreendeu que a sua líder tivesse vindo, célere e abespinhada, em sua defesa, quando, outrossim, o devia ter recambiado imediatamente para a bancada da sua verdadeira família política. Com tal comportamento, sacrificou todo o BLOCO, legitimou a maledicência: - «farinha fininha e branquinha do mesmo saco!»
Caríssimo! Não pretendo, sequer, condená-lo, porque V. Exa. não é pior nem melhor que os demais, pelo contrário, é igualzinho!
-Quer saber? - nem sequer me decepcionou, encarei tudo isto como a natural constactação dum facto!
Homens de cerviz direita, regem-se pelo Art. 1º da futura Constituição Universal da Humanidade que rezará assim: «Doravante, todo o ser humano tem direito apenas ao quanto lhe baste, para que nunca mais falte nada a outro ser humano.»
Caríssimo! Eu não tenho, sequer, as dúvidas de Scolari!
- O burro, sou mesmo eu!
- Sou, porque quero ser mesmo burro! - Entendeu? - Creio que não! Creio que jamais entenderá...
Por aqui me fico!

*Este texto foi escrito segundo os termos da ortografia anterior ao recente (des)Acordo Ortográfico.

COMENTÁRIOS

ou registe-se gratuitamente para comentar.
Critérios de publicação
Caracteres restantes: 500

mais

QUEM SOMOS

O «Figueira Na Hora» é um órgão de comunicação social devidamente registado na ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social). Encontra-se em pleno funcionamento desde abril de 2013, tendo como ponto fulcral da sua actividade as plataformas digitais e redes sociais na Internet.

CONTACTOS

967 249 166 (redacção)

geral@figueiranahora.com

design by ID PORTUGAL