Pranto!

Dores despejadas nas lágrimas.
Maresias salgadas e húmidas.
Ecos dos corações partidos.
Mortificações soluçadas alto.
Pranto!
Nó que não desata.
Que teima na garganta!
Ardor sem cor nem pudor!
Ais e ais e ais por demais.
Pranto!
Sabor de frutas ázimas.
Com cores ácidas e plurrímas.
Em cascatas tamanhas vertidas.
Tragadas em sufocantes haustos.
Pranto!
Desespero que rasga e ressaca.
Tormento que se agiganta.
Sofrimento de desamores
e doutros, tantos e muitos mais...
Um só, já seria demasiado pranto!
PS. Em respeito pela data daquele 11 de Setembro de tanto PRANTO!

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