Que ideia, leva-me outra vez

Foste e serás o início e o recomeço
E que começo, leva-me outra vez
Que tanto amo, e o que é o amor?
E não o conheço, leva-me outra vez, por favor

Pouco do que sou,
do tanto que me sei
Esse gigante que não adormeço
por de ti não mais, leva-me outra vez

A tudo, a todos, a pouco, a tanto
para permitir-me não te sentir em nada
a um sorriso nosso
a um rosto cheio de aperto, leva-me outra vez

A isto, àquilo, a ontem, a amanhã
A hoje,
Ver-te rir comigo
E chorar tudo outra vez, levas-me outra vez?

Quando nós rimos e os lábios fazem-nos perder a razão,
Rimos
Rimos mais
Rimos ainda mais, ainda
Se nos rimos e se não rimos
Lá no arquivo, esse amigo erróneo de gigante, nada faz sentido, porque de alguma forma sem ti
Já nem livro é livro
Já nem capa dura é forma ou imagem rara dá-me gosto
Tudo é tortura - até à lua vejo tenta falha,
Leva-me outra vez, será que isso posso?

No começo de uma ideia,
Vejo-te sem que nada te veja
Beijo-te de tanta maneira, até que o mais, mais não seja
A tua
A minha
Aquela ideia, que mais não seja, mas, leva-me daquela maneira

Vejo tanta coisa bonita,
Que esqueço o teu rosto
Se amor é maneira,
Tu és a ideia
que eu mais gosto

 

COMENTÁRIOS

ou registe-se gratuitamente para comentar.
Critérios de publicação
Caracteres restantes: 500

mais

QUEM SOMOS

O «Figueira Na Hora» é um órgão de comunicação social devidamente registado na ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social). Encontra-se em pleno funcionamento desde abril de 2013, tendo como ponto fulcral da sua actividade as plataformas digitais e redes sociais na Internet.

CONTACTOS

967 249 166 (redacção)

geral@figueiranahora.com

design by ID PORTUGAL