Reciprocidade

Sou um cidadão que entende que, no tocante às decisões sobre assuntos fraturantes, a democracia exerce-se com a consulta da vontade do povo através do referendo.
A Constituição da República Portuguesa também prevê esta hipótese quando no nº 1 do seu Art. 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos) determina que o povo exerce o poder político através do sufrágio universal, igual, direto, secreto e periódico, do referendo e das demais formas previstas na Constituição.
Vêm estas considerações a propósito de a Câmara Municipal de Lisboa ter licenciado um projeto para a construção duma segunda Mesquita em Lisboa, estando em curso o plano de expropriação de várias habitações para desimpedir o terreno onde a referida deverá ser edificada.
Esta decisão tem tais implicações no que toca à nossa segurança interna, digo mais, tem tais implicações no que toca ao futuro da nossa soberania que, dita o mais elementar bom senso, nunca deveria ter sido aprovada tal construção. E, menos ainda, tal construção nunca deveria ser aprovada, sem que a vontade popular tivesse sido auscultada através do competente R-E-F-E-R-E-N-D-O e, bem assim, depois de alargada discussão pública.
Aprovar a construção de mais uma mesquita no nosso país é uma medida de lesa-pátria, é uma medida suicida, própria de quem sofre de autismo político e não tem noção nenhuma daquilo que está a fazer.
Precisamos de interiorizar, de uma vez por todas, que o islão é um sistema político poderoso que controla todos os aspetos da vida de muçulmanos e que também regula a vida dos não muçulmanos sob o seu domínio.
Precisamos de interiorizar, de uma vez por todas, que o problema não é religioso, mas sim político. Quando se fala sobre o islão e sobre a Sharia, não se deve pensar neles como sendo um contraponto a outras religiões, tais como o cristianismo, judaísmo, ou o ateísmo, pois não existe paralelo de nenhum deles com a Sharia. O que realmente acontece é que o islão e a Sharia opõem-se à liberdade, aos direitos humanos, em suma, opõem-se às Constituições como a nossa e opõem-se à Declaração Universal dos Direitos Humanos. Por tudo isto, a escolha é entre a Sharia e a liberdade. É uma verdade histórica, repetidamente constatada, que todas as civilizações que caíram sob o domínio e sob o controle político da Sharia foram aniquiladas.
Precisamos de interiorizar, de uma vez por todas, que o islão está em guerra aberta connosco. Ele tem um propósito declarado de reconquista territorial. Os seus exércitos, os seus militares, os seus comandantes e líderes estão camuflados e escondidos no meio de nós, atacam-nos e matam-nos impiedosa e cobardemente. Não há como o negar.
Sabemos e está provado que a implantação de mesquitas faz parte da sua estratégia de expansão e ocupação do território, são cavalos de Tróia. Muitas mesquitas tornaram-se centros de doutrinação da Sharia, tornaram-se centros de doutrinação, recrutamento e radicalização dos jovens da segunda e terceiras gerações nascidas na Europa. Em muitas delas se acoitam imãs radicais e se encobrem lideres terroristas e outros atores carregados de ódio e propósitos assassinos.
Precisamos de entender, duma vez por todas, que a Sharia é um conjunto de leis islâmicas que são baseadas no Alcorão. Essas leis ditam as regras de comportamento dos muçulmanos. O conjunto de leis da Sharia é imutável. Para os muçulmanos, elas foram escritas por Alá. Tendo essas leis sido escritas por Alá, elas são imutáveis. Nenhuma lei escrita pelo homem pode contrariar Alá. Na sua essência, este sistema político é total e radicalmente incompatível com a democracia e os seus fundamentos da Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Em árabe, sharia pode ser traduzida literalmente como “caminho para a fonte”. Atualmente, ela é adotada em diversos países com predominância da cultura islâmica, seja de modo integral ou parcial (Dual - governo laico e religioso). Existem países como a Arábia Saudita, por exemplo, nos quais a sharia é integral, ou seja, esses países usam as leis islâmicas como única fonte para a definição da sua legislação. Nestes casos, a sharia forma a Constituição daquelas nações. Nos países onde a sharia domina, não existe uma separação entre a religião e o direito dos cidadãos, como acontece nos países ocidentais.
Fazem parte dos castigos e das punções da Lei Islâmica: o açoitamento, o apedrejamento, o enforcamento, a amputação de pedaços dos dedos, a amputação dos dedos da mão, a amputação da mão toda, a amputação de partes dos braços, das pernas, arrancar a língua fora ou a crucificação.
Consequentemente, as mulheres quando são estupradas, se não tiverem o testemunho de quatro homens a seu favor, são condenadas à morte, bem como as mulheres acusadas de terem cometido adultério. As mulheres não muçulmanas podem ser estupradas e escravizadas sexualmente.
É crime punido com a morte dizer qualquer coisa que um muçulmano considere como sendo uma crítica ao Islão, a Maomé, a Alá, e à Sharia (lei da blasfémia).
É permitido aos homens ter até quatro esposas; é permitido aos homens divorciarem-se delas e casarem-se novamente desde que não ultrapassem o número de quatro esposas efetivas. Também é permitido aos homens castigá-las, nomeadamente batendo-lhes.
A distribuição de livros não-islâmicos (por exemplo, bíblias) aos muçulmanos é um crime que pode ser punido com a pena de morte. É um crime punido com pena de morte expor os muçulmanos a qualquer outra religião. A apostasia (abandono da religião) é punido com pena de morte.
Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular, e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária. Assim reza o ARTIGO 1.º da Constituição da República Portuguesa.
Entre muitas outras obrigações, compete ao Estado Português garantir a independência nacional e criar as condições políticas, económicas, sociais e culturais que promovam o bem-estar dos portugueses e, de igual modo, promovam o bem-estar dos estrangeiros e dos apátridas que se encontrem ou residam em Portugal. Estes estrangeiros e estes apátridas gozam dos direitos e estão sujeitos aos deveres do cidadão português em consonância com as normas e os princípios de direito internacional geral ou comum, que fazem parte integrante do direito português, normas estas respaldadas no Princípio da Reciprocidade, princípio fundamental do Direito Internacional.
Assim não acontece com o Islão, que não põe em prática o Princípio da Reciprocidade, princípio basilar do Direito Internacional.
Os não muçulmanos, basicamente, têm duas opções quando confrontados com o islão: a conversão ou serem mortos; aos cristãos e judeus é dada uma terceira opção, que é a de se tornarem num dhimmi.
Os não muçulmanos que se tornarem num dhimmi devem respeitar a lei islâmica. Eles têm menos direitos do que uma mulher muçulmana e vivem, basicamente, dependentes das boas graças dos muçulmanos.
Um dhimmi deve pagar um imposto extra, chamado de jizya que é uma espécie dum imposto de proteção.
Para os dhimmis não existe a liberdade de culto religioso, eles não podem construir nem reparar seus locais de culto, não podem tocar os sinos da igreja, não podem mostrar bíblias ou torás em público e, inclusivamente, em alguns países, eles tem que se vestir de forma diferente para se distinguirem como dhimmis. Para os dhimmis sobra executar as tarefas que os muçulmanos não desejam e os dhimmis não têm acesso à escada social.
Perante estes factos é legítimo perguntarmos o que andam os nossos representantes políticos a fazer? Em que país é que eles vivem? Estarão no seu perfeito juízo?
Haja os custos que houver, na minha modesta opinião, devia-se proibir imediatamente a construção daquela obra. Se lhes faltar coragem, realizem um REFERENDO!

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