Saber ou sabor a mar?

Sangro as minhas saudades a mar com tinta
Sufoco-as nas ondas da minha voz calada
Correm-me da caneta em linhas e carreiras contínuas
Despejo com ela palavras largas e imensas a mar
Amarro-as com letras profundas e sábias
No vai e vem das ondas dos sofridos sentimentos
Baloiçam as vagas donde escapam os gritos e ais
Entre as marés que sobem e descem nas lágrimas
Vertidas nas amargas águas livres a mar ...
Perdidas no infinito dos horizontes que as engolem
E que por saberem verdadeiramente amar
São imensas e inesgotáveis, são mesmo d′ amar...

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