“Dez de Agosto” festejou” 137 anos de vida

A Sociedade Filarmónica Dez de Agosto comemorou os 137 anos da instituição, reunindo à sua volta os associados, entidades e amigos da colectividade.
A cerimónia foi presidida pelo presidente da autarquia, João Ataíde, ladeado por outros autarcas e entidades locais. Depois do hino da “Teimosa”, coube à presidente da colectividade, Carla Matias, saudar os presentes, fazer um breve balanco do que têm feito, mas sobretudo mostrar confiança nos objectivos a que se propõem para os tempos que se aproximam.
A presidente agradeceu ao artesão António Gomes pela exposição de miniaturas de barcos patentes na sede e falou dos cinco eixos que norteiam os horizontes da instituição, nomeadamente o teatro, música, recreio, tradições e desporto. Nesta última vertente, a presidente prometeu a breve prazo “algumas novidades” lembrando, também, todos os associados e amigos que a “Gala anual da Dez de Agosto”, está marcada para 12 de novembro próximo no CAE.
Carla Matias falou ainda dos 137 anos que a Filarmónica Dez de Agosto está a comemorar, com “uma nova dinâmica” que é do conhecimento de todos aqueles que marcam presença nos almoços gastronómicos e visitas culturais que a instituição tem vindo a realizar “com extraordinário êxito”, com muitos associados a solicitarem para “mantermos esta postura cultural”.
Neste período de intervenções, o cónego João Veríssimo partilhou com todos esta longa caminhada de 137 anos cheios de alegria e por vezes dificuldades, mas “são esses momentos (bons e maus) que nos ajudam a solidificar a amizade e a fraternidade na grandeza do associativismo”.
Também Carlos Nunes (em representação da Filarmónica Figueirense, Clube Marítimo da Gala e Associação de Colectividades) lembrou que o associativismo e voluntariado, apesar dos tempos difíceis, “estão vivos e a ganhar nova expansão na sociedade”. Usaram ainda da palavra o presidente da Junta de Freguesia de Buarcos e São Julião, José Esteves, o presidente da Assembleia Municipal, José Duarte e a finalizar a sessão, João Ataíde falou da importância destas instituições como “um manifesto de afirmação da comunidade” e que é “uma nova postura resiliente que tem a ver com a herança cultural que receberam”.
O edil salientou que estas colectividades têm outra visibilidade e aceitação nas freguesias, porque “as cidades tendem a não tratar tão bem as suas colectividades porque há um excesso de oferta”, mas que isso nada põe em causa o valor do associativismo e que este tipo de instituições culturais “vão perdurar e manter as tradições”.

(José Santos)

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