COVID-19: “As escolas são o sítio com implementação de regras na íntegra” – diz vereador Nuno Gonçalves

Nuno Gonçalves abordou hoje em reunião de Câmara o impacto da pandemia causada pelo COVID-19 no universo escolar local, garantindo que “mantemos uma base diária de monotorização, em coordenação com os directores escolares e delegado de Saúde Pública”.
Neste momento, adiantou o vereador do pelouro da Educação e Formação Profissional, há registo de duas turmas em isolamento profiláctico, uma terminando dia 4 e outra a 11 de novembro.
“Tem havido casos, mas de diversa índole, envolvendo docentes, não docentes e alunos. Têm sido realizados testes (de despiste ao coronavírus) em todos os Agrupamentos Escolares e Escola Não Agrupada. O cenário é o que sabíamos e a forma como lidamos é que faz toda a diferença, daí haver uma comunicação estreia e contínua entre o município, a comunidade escolar e o delegado de Saúde. Temos também feito a publicação da situação quando ocorre algum episódio para que os cidadãos possam, de forma permanente e transparente, acompanhar o processo”.
Segundo revela Nuno Gonçalves, “com o evoluir da situação tivemos e temos de proceder ao reajuste de algumas operações – como transportes e horários-, reforço das ditas câmaras de filmar (em contexto de aula), com o pessoal dos refeitório não há problemas mas se houver temos de ter uma resposta (…) exigindo a reposição e higienização de recursos para que o sistema não tenha falhas. Temos de ter a capacidade para providenciar refeições”.
Resumindo, o autarca defende que “posso dizer que as escolas são o sítio com implementação de regras na íntegra. O que vemos resulta do contexto escolar que fica «conspurcador» pelos efeitos externos, porque em contexto escolar o rigor é muito grande. Quando se está em domínio profissional as regras são basicamente cumpridas, onde pode haver desvio é no domínio social”.
Palavras partilhadas pela vereadora da Acção Social, Diana Rodrigues: “no máximo tivemos sete turmas em isolamento profiláctico, até 27 de outubro. Todas foram e são acompanhadas pela unidade de Saúde Pública, a par dos procedimentos adoptados pelo referencial do ministério da Educação. A maior parte (dos casos) surge em aglomerado familiar, detectadas por teste fortuito ou situação de controle. Mas em contexto escolar, não há situações de contágio”.

Foto: DR

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