Venda de pão ao postigo: ACIFF defende “bom senso e equidade” na elaboração das medidas de confinamento

A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, compreendendo “o inevitável encerramento temporário de alguns negócios tudo com o objectivo de se alcançar um desconfinamento mais sólido, mais duradouro e compatível com o tão desejado controlo pandémico e consequente retoma económica”, refere em comunicado que, contudo, “não podemos compreender nem aceitar a manifesta falta de bom senso na elaboração de algumas medidas restritivas que transmitem a sensação de uma penalização desmedida às nossas empresas”. 
Segundo a Associação presidida por Nuno Lopes, “exemplo disso são as padarias que, para além do CAE de fabrico possuem também o CAE comercial (a maioria) e que estão neste momento obrigadas a vender ao postigo”.
Para a ACIFF, “a entrada de pessoas no estabelecimento para aquisição de bens, cumprindo os limites impostos de acordo com a dimensão de cada um, não coloca em causa o esforço comunitário para a diminuição de casos de contágio do Covid-19, além do que dá uma maior dignidade ao ato de aquisição e um melhor acondicionamento dos produtos, logo uma maior segurança para quem compra”. 
Desta forma, a Associação pede ao poder político “o bom senso e equidade tanto na elaboração das medidas restritivas como na sua aplicação para que todos possamos contribuir e manter vivas as nossas empresas, a nossa economia”.

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