Crónicas de tudo e de nada: A insubstituível eficácia do voto

Aproximam-se novas eleições autárquicas. Por todo o país movimentam-se milhares de pessoas que integram listas, partidárias ou independentes, com vista a desempenhar cargos nos diversos órgãos dos 308 concelhos de Portugal.
É um novo tempo de escolher quem pretendemos que nos governe localmente durante os próximos quatro anos - pelo menos! É uma nova oportunidade para fazermos o balanço do que apreciámos e aplaudimos no passado recente ou remoto, do que não gostámos mesmo nada e criticámos veementemente, do que poderia ter sido feito e não foi - por desinteresse, falta de iniciativa, falta de verbas, culpa do diabo, do que foi feito de forma chocantemente errada na opinião de uns e digna de aplausos de pé na opinião de outros. É um novo olhar não só sobre o cumprimento, ou não, de promessas eleitorais passadas, mas sobretudo sobre novas ideias e estratégias que nos são apresentadas para o futuro.
E não é que tenhamos falta de escolha. Esse cenário seria, quanto a mim, bem pior! Temos candidatos que vão da extrema-esquerda à extrema direita. Temos candidatos que já desempenharam este papel no passado, que o desempenham no presente, que querem desempenhá-lo no futuro e até os que sabem que nunca chegarão a desempenhá-lo. E cada um tem o seu programa. E cada programa tem as suas características: mais ou menos pragmatismo, mais ou menos ambição, mais ou menos irrealismo, mais ou menos demagogia, mais ou menos sonho…
A escolha está nas nossas mãos! Todos temos ideias diferentes e preferências divergentes, mas a democracia deu-nos este imenso privilégio de podermos eleger aqueles em quem confiamos, e todos os votos têm o mesmo peso. Nenhum é mais importante do que outro. E por isso a decisão certa para a eficácia do voto é fundamental.
E qual é a decisão certa? Bom, A DECISÃO CERTA É AQUELA QUE CADA UM DE NÓS TOMAR, sem ideias pré-concebidas ou tendências cegas, sem ódios de estimação ou amores envenenados, analisando seriamente o perfil de cada uma das equipas e não apenas dos cabeças-de-lista, lendo os programas apresentados, comparando a energia e a ambição dos projectos e avaliando (e esta é a componente mais subjectiva…) a seriedade das intenções e a capacidade de dinamizar e executar as propostas. Feito isso, é fácil! É só escolher o que cada um considerar O MELHOR, NÃO PARA SI MAS PARA O SEU CONCELHO.
Com um voto sério e pensado todos ficaremos a ganhar porque, seguramente, TODOS queremos que o nosso Concelho seja melhor, mais desenvolvido, mais próspero. mais acolhedor, mais rico culturalmente, mais sustentável, mais amigo do ambiente.
Dia 26 de Setembro temos nova oportunidade de escolher. NÃO A PODEMOS DESPERDIÇAR!

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