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Gripe: aquela tão temida, mas tão conhecida virose, que ataca sem aviso prévio

Trata-se de uma infeção aguda do trato respiratório provocada por um vírus, que ocorre em surtos e epidemias em todo o mundo, principalmente durante os meses de inverno. Apesar de ser uma doença contagiosa, cura espontaneamente na maioria dos casos; no entanto, sendo altamente debilitante, pode levar a complicações, particularmente em idosos ou pessoas com doenças crónicas. Febres altas, cansaço generalizado, espirros, tosse, dores musculares, congestão nasal e perda de apetite são os sintomas mais típicos.
Como provavelmente já terá ouvido (mas nunca será demais relembrar): Gripe não se trata com antibióticos! É provocada por vírus! Logicamente que durante a evolução da doença poderemos ter o infortúnio de sermos infetados por bactérias que (essas sim) necessitem de tratamento antibiótico – depende muito do estado base da pessoa. Mas, por si só, viroses são patologias auto -limitadas, com a duração aproximada de 5 a 7 dias, que precisam de terapêutica de conforto: para dores, para febre, para espirros e congestão nasal, bem como de uma correta hidratação e alimentação faseada. Se bem vigiada e tratada, na maioria dos casos, a gripe não trará consequências de maior. Contudo, é imprescindível uma avaliação médica para certificar que o estado geral do indivíduo não implica necessidade de internamento ou outro tipo de atitudes mais agressivas.

A vacinação contra a Gripe constitui a principal medida de prevenção e controlo desta doença. Sendo aconselhada a quase todos, há grupos nos quais esta vacinação é altamente recomendada e nalguns é, até, gratuita:
Está fortemente recomendada para os que tenham idade igual ou superior a 65 anos, que sejam doentes ou imunodeprimidos (desde que tenham mais de 6 meses de idade), grávidas e, ainda, profissionais de saúde ou prestadores de cuidados.
Fique atento às situações para as quais a vacina é gratuitamente distribuída – disponível nos centros de saúde:

Utentes com idade igual ou superior a 65 anos de idade;
Residentes em instituições, lares ou centros de acolhimento temporário;
Doentes que integrem a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados;
Serviços de apoio ao domicílio sob a colaboração da Segurança Social ou Misericórdias Portuguesas, bem como de equipas de enfermagem ou hospitalar;
Doentes internados com patologia crónica que tenham condições para cumprir vacinação;
Diabéticos;
Doentes em diálise;
Portadores de Trissomia 21;
Doentes a aguardar ou que já foram submetidos a transplante;
Doentes a realizar quimioterapia;
Doentes com patologia Pulmonar que comprometa a função (Fibrose quística, défice de Alfa-1 antitripsina em tratamento, etc)
Profissionais de Saúde do SNS;
Bombeiros.

Consulte o seu Médico/Enfermeiro de Família e esclareça todas as suas dúvidas. Previna-se dos contágio através de medidas como correta higienização das mãos, evicção da emissão de partículas quando tosse/espirra, bem como cuidados com o convívio em espaços fechados com portadores da doença.
Se todos fizermos o nosso papel, teremos, certamente, Invernos mais felizes.

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