Primeiro de 2021

Adormeci suavemente como quase sempre me acontece, parti envolto na doce paz que quase constantemente acobertou as minhas noites.
Visitaram-me as fadas e os duendes habituais carregados de fantasias, sonhos, alegrias presentes nos inúmeros presentes com que sempre me presentearam.
Desta vez não foi diferente: capricharam porque me sabiam carente e falho de cores, por isso me trouxeram um arco-íris donde um enorme funil despejava sobre mim letras, letras, letras de milhares de cores e todos os imprescindíveis sinais de pontuação, mais as bondosas e pacientes folhinhas de papel domesticadas em muitos cadernos.
Eu, feliz colorido, feliz alegre, feliz irrequieta criancinha sempre muito sozinha comigo no meu mundo de encantamento, juntava as coloridas letras e apareciam palavras, palavras alegres, bailarinas, místicas, bobas com sentido no sentido consentido que lhes dá vida e a razão devida e elas formavam frases em cadeias sem prisões, antes verdadeiros hinos à liberdade e ao crescimento pessoal e civilizacional... e eu acordei comigo feeeeeliiiiz a gritar: as cores voltaram!!!!
E... aqui está o primeiro texto de 2021 e a "arcores-íris"!

Walter Ramalhete. Ainda deitado, primeiro dia do ano de 2021. Reservados todos os Direitos de Autor

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