Vidro fosco!

Só aceitavas, interesseiro, o que era comprado caro.
Do resto verdadeiro, fazias palhaçadas atrás do vidro.
Fingias, tropediavas, escarnecias enredado nos rodriguinhos que nunca deixarás de ser.
Ofuscas ainda o vidro com que te separas realmente da vida que desdenhas com a infantilidade amuada que és.
Traíste-te, traíste-nos, traíste a tua única vida numa birra mimada.
Desisti por não me mereceres mais de mim, nem tempo da minha vida já escassa.
Precipita-te sozinho no precipício que marcadamente para ti criaste.
Mira as minhas costas e continua no teu inferno, porque eu não quebrarei inutilmente esse vidro fosco e porco.
Parti, mas não esse vidro!

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