Carlos Monteiro (PS) faz balanço de actividade camarária

Em reunião de Câmara de hoje o presidente Carlos Monteiro apresentou vários mapas sobre a evolução da dívida do Município respeitante ao período de 1997 a 2020 e do prazo médio de pagamentos a fornecedores, de 2009 - 2020.
O ponto de partida para esta apresentação foi a intervenção prevista para o Palácio Conselheiro Branco, na vila de Maiorca e cujo atraso mereceu críticas recentes por parte do PSD local que considerou ser esta “uma trapalhada” deste executivo municipal.
Carlos Monteiro rejeita a crítica afirmando que “não é verdade é que haja trapalhada, essa é uma conversa política e um discurso que não quero acompanhar”.

A dívida camarária

Nos mapas está evidenciada a evolução da dívida municipal ao longo do período dos executivos eleitos em listas do PSD (a laranja - período 1997 - 2009) e dos executivos eleitos em listas do PS (a rosa - período 2009 - 2020):

1997: 9 ME (milhões de euros)
2001: 42 ME
2005: 89 ME
2009: 92 ME
2013: 66 ME
2017: 40 ME
2019: 32 ME
2020: 29,5 ME

“Em nome da transparência”, a Câmara Municipal pretende que “esta informação seja do conhecimento alargado de todos os figueirenses” defendendo que “não vale a pena intoxicar os figueirenses com informações falsas”.

O prazo médio de pagamento

Na mesma reunião de Câmara Carlos Monteiro apresentou ainda alguns exemplos do trabalho desenvolvido ao longo dos anos. O edil salientou que quando chegou ao executivo, em 2009, “o prazo médio de pagamento era de 272 dias. Nesta altura ninguém queria vender à Câmara, a economia figueirense estava estagnada. A Câmara tinha milhões de dívidas e ninguém pagava, até as piscinas fecharam porque muitas empresas se recusavam a fornecer gás”.
Sublinhando que hoje o prazo médio de pagamento é de 24 dias, o edil destacou ainda as obras e intervenções que foram sendo executadas nas áreas da saúde, acessibilidades e património, entre outras.

Após a apresentação o vereador social-democrata Ricardo Silva considerou que “o PSD foi julgado em 2009 e em outubro (Carlos Monteiro) vai ser julgado pela sua incompetência e falta de capacidade de liderança”.
Oportunidade ainda para a vice-presidente da autarquia, Ana Carvalho, disponibilizar-se para “numa próxima reunião de Câmara apresentar ao vereador do PSD “gráficos que demonstram o rol de mentiras populistas e comentários não baseados em factos só para fazer números e títulos engraçados”.

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