Distrital do PSD diz preocupada com secundarização do Porto da Figueira da Foz

Aquando da nomeação da nova administração dos portos de Aveiro e Figueira da Foz, a Comissão Política Distrital do PSD Coimbra “manifestou a sua preocupação com a secundarização do Porto da Figueira da Foz em prol do Porto de Aveiro”.
“A falta de zelo, intencional ou não, na condução célere do processo de avaliação de Impacte Ambiental dos investimentos anteriormente anunciados para o Porto da Figueira da Foz, pode hipotecar o desenvolvimento de toda a região e em especial de um porto com vocação exportadora”, refere a estrutura liderada por Paulo Leitão.
Segundo o PSD distrital, “a anterior administração foi responsável pela concepção e lançamento de um conjunto de investimentos cruciais para o desenvolvimento do Porto da Figueira da Foz, como o desassoreamento da barra e o aprofundamento do Porto, cujo investimento total estimou-se em mais de 40 milhões de euros. Assim, é com muita preocupação que o PSD assiste ao adiar deste investimento de cerca de 17 milhões de euros, essencial ao Porto da Figueira da Foz e à região, com a consequente alocação do Fundos Europeus, para outras regiões em detrimento da Figueira da Foz”.
Adianta ainda a Comissão Política Distrital do Partido Social Democrata que “para além de vir confirmar os receios de secundarização do Porto da Figueira da Foz, quer o ministro com a tutela, quer os membros do conselho de administração, são oriundos da região de Aveiro”, pelo que “o PSD acompanha a grande preocupação da comunidade portuária, dado tratarem-se de obras fundamentais e transversais a toda a actividade portuária, seja a marinha mercante, a pesca ou a navegação de recreio, para além de potenciarem o tecido económico da região centro. Esta cisão vem defraudar as legítimas expectativas dos agentes locais e de empresas que se associaram ao investimento, como as papeleiras Navigator e Celbi”.
O PSD irá questionar o ministro das Infra-estruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, sobre “os reais motivos no atraso do lançamento das obras, como pretende este financiar estas intervenções em 2021 e se considera que a actual administração tem condições para se manter em funções”.

 

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