Segurança: Autarquia quer intervenção urgente na Estrada Nacional 109

A requalificação e melhoria das questões de segurança da Estrada Nacional 109 em território do concelho da Figueira da Foz foi tema de conversa na reunião de Câmara de hoje.
Pedro Santana Lopes adiantou que a autarquia a que preside “tem a obrigação de agir”, ainda que apenas uma pequena parte deste troço esteja sob a responsabilidade camarária, o restante tem jurisdição da Infraestruturas de Portugal.
É neste contexto que o edil garantiu que “a autarquia procurará agir na Estrada Nacional 109, onde quase todas as semanas tem havido notícias de desastres. É nossa obrigação agir para evitar que isto assim continue. A Câmara está preocupada, atenta e com a certeza de que é hora de actuar e chamar as autoridades competentes a actuar nessa matéria”.

O ex-presidente de Câmara, Carlos Monteiro, recordou o executivo que “está ao compromisso do governo até final deste ano civil lançar o concurso para fazer as transformações necessárias e para implementar questões de segurança. É também este ano lançada a empreitada de pavimentação de toda a 109, havia este compromisso não escrito, mas assumido”.
O vereador eleito pelo PS salientou ainda que “foram estabelecidos contactos na perspectiva de se fazerem pequenas intervenções a sul onde o pavimento está muito degradado e para norte estava definido, na zona da descida de Brenha, antes da Cova da Serpe, a instalação de um radar de velocidade, quanto a nós a medida mais assertiva”.
Monteiro deu ainda como “urgente” a pintura de sinalética na via, “independentemente das pavimentações serem daqui a dois anos, pelos timings do concurso. A norte e até à subida para Brenha, é importante tomarem-se ali algumas medidas de acalmia. Não sendo técnico na área, o radar de velocidade será a situação mais efectiva”.
O vereador da oposição aludiu ainda à intenção de proibir a viragem à esquerda nesta via, já no sentido norte sul e perto de um restaurante à beira da estrada, local onde tem havido alguns acidentes de viação.
Por fim e nesse capítulo dos acessos rodoviários, Carlos Monteiro recordou que a intervenção de requalificação da Ponte Edgar Cardoso deveria avançar em breve, com concurso lançado até final deste ano e uma expectativa de início de obra no primeiro trimeste de 2022.
A intervenção, na ordem dos 18 a 20 milhões de euros e sob a responsabilidade da Infraestruturas de Portugal, obrigará a condicionalismos no tráfego, sendo proposta do anterior executivo socialista o encerramento da ponte entre a meia noite e meia e as 7h30, só se permitindo neste período a passagem de veículos de emergência. A sugestão menciona ainda que quem circulasse pela A17 como alternativa a este troço, não pagaria portagens até Quiaios.

Foto: arquivo/D.J.

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