Dez de Agosto guarda espólio em suporte digital

Várias peças compostas por maestros militares e regentes civis que passaram pela Figueira e que escreveram obras musicais para a banda da Sociedade Filarmónica Dez de Agosto, assim como trechos que em tempos recuados serviam de repertório às jazz bands e orquestras que actuavam nos bailes daquela colectividade da Figueira da Foz, foram alvo de minucioso trabalho de guarda, após organização e digitalização, e agora estão todas em formato digital "para que não se percam no tempo", frisa o arquivista da Dez de Agosto, Jacinto Camelo.
Também investigador do passado figueirense, Jacinto Camelo trabalhou  durante anos a compilar inúmeras partituras num "trabalho demorado mas proveitoso", refere.
Do vasto acervo musical, contam-se "obras inéditas que eram executadas nos vários casinos e cafés com música ao vivo que existiam na cosmopolita praia da Figueira nas décadas de 1920 a 1950".
Cançonetas antigas, peças de teatro e monólogos tradicionais foram igualmente recolhidos e perpetuados em meio digital.

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