Rotary Clube homenageia figura do músico filarmónico

O Rotary Clube da Figueira da Foz promoveu no Museu Municipal Santos Rocha, auditório Madalena Perdigão, uma sessão pública de homenagem à actividade filarmónica no concelho da Figueira da Foz.
Abrindo a sessão que teve lugar no passado dia 30 de novembro, o presidente do clube, José Nogueira Santos, contextualizou a iniciativa no âmbito da acção rotária. Valorizando a importância de todas as profissões, recordou que o clube promove anualmente uma cerimónia visando enaltecer o papel distintivo de determinada profissão/ocupação útil existente no concelho e, dentro dela, distinguir publicamente um dos seus representantes – pessoa que no exercício dessa actividade seja reconhecido como um exemplo e seja uma referência entre os seus pares.
Este ano o clube decidiu homenagear a actividade do músico filarmónico. A longa tradição da filarmonia no concelho da Figueira da Foz, o número assinalável de bandas, a importância do seu papel na formação musical e cívica de tantas gerações, e o número avultado de filarmónicos que representam o território e suas comunidades, justificam este reconhecimento, referiu.
Coube a António Jorge Pedrosa, em nome do clube, evocar a importância da actividade, recordando que sempre sob amparo associativo, as bandas continuam, no século XXI, a ser uma escola de vida, um espaço de formação musical e cívica de extraordinária importância para a cultura e identidade local, mas também um espaço inter-geracional promotor de valores de Amizade, de solidariedade, de entreajuda e companheirismo.
Numa sessão dirigida aos 350 músicos filarmónicos das nove bandas do concelho, o clube, na impossibilidade de a todos nomear individualmente, homenageou na pessoa do mais idoso filarmónico em actividade do concelho, todos os seus pares. Fê-lo, por isso, na pessoa do filarmónico António Silvino F. Rocha, de 85 anos de idade, músico da filarmónica da Sociedade Boa União Alhadense.
«Tó Firme», como entre os seus é mais conhecido, agradeceu a homenagem recordando com gratidão é saudade o exemplo de seu pai e irmão, também filarmónicos, que acompanhou aos ensaios ainda criança. Ficou-lhe o exemplo e o gosto para a vida. Enquanto tiver forças e saúde continuará a tocar, prometeu.
Representando o município, a vereadora Olga Brás associou-se à homenagem destacando o papel desempenhado por músicos, mulheres e homens, jovens e adultos, voluntários ao serviço daquelas que estão entre as instituições musicais mais antigas e de maior vitalidade do país e, no concelho da Figueira da Foz, a marcar presença desde 1842.
Toda a cerimónia decorreu com a presença em palco da Filarmónica da SBUA que, dirigida pelo seu maestro José Firme, executou ao longo da sessão cinco peças musicais.

Foto: RCFF

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