Dezenas de empresários participaram em sessão de esclarecimentos promovida pelo IAPMEI

Pedro Santana Lopes numa intervenção

O auditório da Incubadora Mar&Indústria da Figueira da Foz recebeu ontem (dia 11), no âmbito da situação de calamidade declarada pelo Governo, uma sessão de esclarecimento dedicada às medidas de apoio à atividade empresarial atualmente em vigor, promovida pelo IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação em colaboração com a Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF).
Estiveram presentes na sessão de abertura, que teve como objetivo apresentar os principais apoios disponíveis, esclarecer dúvidas e fomentar um espaço de diálogo próximo com o tecido empresarial local, Pedro Santana Lopes (presidente da Câmara da Figueira da Foz), João Rui Ferreira (secretário de Estado da Economia), Anabela Tabaçó (vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz), Vitória Abreu (presidente da ACIFF), Paulo Fernandes (coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro) e José Pulido Valente (presidente do IAPMEI).
A sessão contou com as intervenções de Gonçalo Regalado (Banco Português do Fomento), Domingos Lopes (presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional), Paulo Nunes (presidente do Instituto da Segurança Social) e Hélder Leal (subdiretor-geral da Autoridade Tributária e Aduaneira).
Pedro Santana Lopes sublinhou que a depressão Kristin teve “caraterísticas muito próprias” e que a mesma fez “o seu concelho entrar num tempo novo”, no qual, referiu: “Tudo para onde olhamos, sentimos que temos de mudar”.
Já Anabela Tabaçó fez uma síntese do trabalho que a autarquia está a realizar, tendo-se referido, nomeadamente, às “sessões de proximidade com as juntas de freguesia”, que têm servido para “perceber as necessidades e esclarecer dúvidas “relativamente ao acesso às medidas de apoio anunciadas pelo Governo.
A presidente da ACIFF, Vitória Abreu, vincou a necessidade de apoio à região Centro, “[…] agora e no futuro.” E o presidente do IAPMEI, José Pulido Valente, apresentou as medidas delineadas para apoiar as empresas e vincou que a Agência está ao lado das empresas e que privilegia “a proximidade e o contacto humano”.
Gonçalo Regalado, sublinhou o papel do Banco Português do Fomento, que se traduz em “servir as empresas, os empresários”, “dar vida, alma e paixão, a todas as empresas que sofreram o impacto” e também “transmitir confiança, segurança e assegurar processos simples e ágeis”.

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