Joaquim Reis preside à Académica. Avança com conselho consultivo e mantém treinador da equipa principal e o diretor desportivo

No final da tarde de ontem, perante cerca de 200 sócios reunidos na sala de conferências do Estádio Cidade de Coimbra, teve lugar a cerimónia de tomada de posse dos novos corpos sociais da Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol (AAC/OAF).
Nuno Teodósio Oliveira tomou posse como presidente da mesa da assembleia geral, enquanto Daniel Taborda assumiu funções como presidente do conselho fiscal. Joaquim Reis preside à direção.
Foram também empossados os membros do conselho académico, representativo das três listas que se apresentaram a sufrágio nas eleições de 1 de junho.
Após a cerimónia, Joaquim Reis, presidente da direção agora empossada, dirigiu-se aos sócios presentes, afirmando que “encontramo-nos aqui, hoje, para dar início a uma nova era na História da Académica. Uma nova era que desejo seja marcada por aquele que considero, desde o primeiro dia, o pilar para a recuperação da grandeza da nossa instituição: uma verdadeira capacidade e disponibilidade de congregar, convergir e unir a Académica”.
Joaquim Reis anunciou a criação do conselho consultivo, previsto nos estatutos da SDUQ, mas nunca antes oficializado. Este órgão será composto por personalidades de referência em diversas áreas, todas sócias da Académica:
• Empresários: Américo Duarte (Efapel), Pedro Teixeira (Fapricela), Joselito Lucas (Lugrade), Francisco Batista e Tiago Dantas Vaz Pais.
• Área financeira: José Barreto e André Oliveira.
• Área jurídica: Alexandre Mota Pinto.

Continuidade no projeto desportivo
Foi também confirmado que António Barbosa continuará como treinador da equipa principal e David Caiado como diretor desportivo, liderando o futebol profissional em articulação com a formação.
"Para alguns, poderia parecer mais natural que uma nova direção apresentasse novos rostos. Mas esta decisão resulta de uma profunda convicção: acreditamos que esta é, neste momento, a melhor solução para a Académica. Optámos por valorizar a estabilidade, o conhecimento da casa e a experiência acumulada na Liga 3. Desde 2016/17, a Académica teve 17 treinadores — uma média de dois por época. Temos de dar estabilidade aos nossos profissionais. Sem estabilidade, não há projetos que vençam".

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