O Município da Figueira da Foz promove, no ano em que o Museu Municipal Santos Rocha assinala o seu 132.º aniversário, a 10.ª edição do ciclo de conferências «Temas de Arqueologia», que ao completar uma década de realização alarga a temática das conferências à Arte.
Realizada em parceria com a Associação Viver em Alegria e, pela primeira vez, com a Livraria do Largo, a iniciativa decorrerá de 4 de fevereiro a 18 de março, às quartas-feiras, pelas 14h30, no Auditório Madalena Biscaia Perdigão, funcionando como aulas da disciplina de Património da Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), tutelada pela Associação.
Esta décima edição de «Temas de Arqueologia & Arte» é composta por seis conferências que procuram dar resposta aos interesses da comunidade universitária e do ensino secundário, abordando temas de Arqueologia, de Arte, de História e de História Local, entre outras áreas de saber.
Estas aulas/conferências conferem creditação pela CFAE Beira Mar – Centro de Formação da Associação de Escolas e, para além do público privilegiado da Universidade, são abertas à comunidade, sejam seniores ou jovens, professores ou estudantes, historiadores e investigadores.
A primeira conferência terá lugar dia 4 de fevereiro e como orador Pedro Correia Silva, que irá apresentar o seu livro «Escavar o Passado – uma breve história da arqueologia», que tem prefácio do renomado arqueólogo Luís Raposo e conta com o apoio da Associação dos Arqueólogos Portugueses.
O autor, licenciado em Arqueologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e com um percurso profissional em arqueologia, é um interessado pela divulgação científica.
As seguintes cinco conferências realizam-se: dia 11 de fevereiro - «A imagem fotográfica na Arqueologia em Portugal», por Carlos Batista, arqueólogo do município da Figueira da Foz; 25 de fevereiro - «Arqueologia nas Margens: Comunidade, Memória e Resistência no Espaço Social», por Tânia Casimiro, investigadora especializada nos contactos globais entre pessoas e objetos, desde a época moderna até à contemporaneidade; 4 de março - «Manuel Filipe: Da obra ao negro às cores da Liberdade», por Pedro Ferrão e Fernanda Alves, conservadores do Museu Nacional de Machado de Castro, especialistas em História da Arte; 11 de março - «João Afonso: Um mestre dos sinos que se tornou escultor», por Carla Gonçalves, Professora da Universidade Aberta e investigadora do Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património da Universidade de Coimbra; e a 18 de março, a encerrar «Testemunhos materiais da presença de Portugal na Ásia nos séculos XVI a XVIII: As colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia do Museu Municipal Santos Rocha», por Ana Barros Ferraz, mestre em História da Arte da Época moderna, especialista em têxteis orientais.
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