«Temas de Arqueologia»: Museu Municipal recebe exposição «Manuel Filipe: Da obra ao negro às cores da Liberdade»

O Município da Figueira da Foz promove, no ano em que o Museu Municipal Santos Rocha (MMSR) assinala o seu 132.º aniversário, a 10.ª edição do ciclo de conferências «Temas de Arqueologia», que ao completar uma década de realização alarga a temática das conferências à Arte.
Realizada em parceria com a Associação Viver em Alegria e, pela primeira vez, com a Livraria do Largo, a iniciativa decorre até 18 de março, às quartas-feiras, pelas 14h30, no Auditório Madalena Biscaia Perdigão, funcionando como aulas da disciplina de Património da Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), tutelada pela Associação.
Assim, o Museu Santos Rocha recebeu ontem, dia 25 de fevereiro, a arqueológa Tânia Casimiro, em mais uma sessão inserida no «Temas de Arqueologia & Arte», que se debruça no tema «Arqueologia nas Margens: Comunidade, Memória e Resistência no Espaço Social».
Partindo das intersecções entre teoria social e arqueologia, esta comunicação explora conceitos e fenómenos tais como desigualdade, crise na habitação, posicionalidade, identidade e ecologia e como estes moldam práticas e interpretações arqueológicas em contextos contemporâneos.
A próxima sessão terá lugar dia 4 de março, às 14h30, e contará com Pedro Ferrão e Fernanda Alves (conservadores do Museu Nacional de Machado de Castro, especialistas em História da Arte) que irão dedicar a sua apresentação ao pintor Manuel Filipe.
Oportunidade para, nesse dia, às 16h00, ser inaugurada, no Museu Municipal Santos Rocha, a exposição «Manuel Filipe: Da obra ao negro às cores da Liberdade». Um momento que deverá contar com a presença do presidente das Câmara Municipal da Figueira da Foz; da presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova; do presidente do conselho de administração da Museus e Monumentos de Portugal; da diretora do Museu Nacional de Machado de Castro; da coordenadora do Plano Nacional das Artes.
O programa prossegue a 11 de março com «João Afonso: Um mestre dos sinos que se tornou escultor», por Carla Gonçalves, professora da Universidade Aberta e investigadora do Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património da Universidade de Coimbra; a 18 de março, a encerrar, «Testemunhos materiais da presença de Portugal na Ásia nos séculos XVI a XVIII: As colchas de motivos botânicos ao modo da Índia e da Pérsia do Museu Municipal Santos Rocha», por Ana Barros Ferraz, mestre em História da Arte da Época moderna, especialista em têxteis orientais.

Foto: MMSR

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