«Mal-me-querem?»

Olhares serenos e perfeitos
declamam poemas inacabados
dizem tudo sem a nada deverem
soltam no vento versos abertos pétalas acariciadas sem o toque
embalam o tempo dentro deles
filhos raros dum silêncio límpido
gargalham tempestades amansadas
não envelhecem nem descoloram
os amarelos vivos de «bem-me-quererem»!

Walter Ramalhete. Figueira da Foz, 29 de Agosto de 2025.
Este texto foi escrito nos termos ortográficos anteriores ao actual (Des) Acordo ortográfico. Reservados todos os direitos de autor.

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