Ministra do Ambiente e Energia visita sistema hidráulico do Mondego

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, visita dia 15 de maio (sexta-feira), o sistema hidráulico do rio Mondego, começando, pelas 10h30, no Açude Ponte Coimbra com a abertura das comportas do canal condutor geral.
Segue-se, pelas 11h00, a visita à obra de reconstrução do dique e do canal condutor geral da margem direita do leito central do rio Mondego, entre o Choupal de Coimbra e a rotura junto à autoestrada A1.
Esta intervenção consistiu, essencialmente, na reconstrução do troço do canal condutor geral destruído, na reabilitação do revestimento em betão armado do canal, desde o local da rotura até ao Açude de Coimbra.
O evento de rotura ocorreu dia 11 de fevereiro, tendo agora a APA concluído, apenas 3 meses depois, os trabalhos que permitem o fornecimento de água em quantidade e qualidade, por forma a responder às necessidades acima elencadas que se revestem de enorme importância para a região.
Estão, ainda, previstos outros trabalhos, como a reconstrução do dique (em consonância com as condições prévias à rotura), assim como a plataforma do canal, e a estrada de manutenção, a proteção do dique sob o viaduto da autoestrada com uma estrutura em betão armado, e a reabilitação da bacia de dissipação do descarregador em sifão junto à autoestrada, do descarregador fusível em gabiões do Choupal e da ponte canal sobre o valeiro do Campeão.
Meia hora mais tarde, pelas 11h30, já no auditório da administração da Região Hidrográfica do Centro da Agência Portuguesa do Ambiente, a ministra presidirá à cerimónia de entrega do relatório técnico sobre as cheias de 2026 na bacia hidrográfica do Mondego e revisão dos modelos de gestão de risco, protocolado entre a Agência Portuguesa do Ambiente e a Ordem dos Engenheiros, no passado dia 27 de fevereiro.
Em causa, a sucessão de eventos meteorológicos adversos registados recentemente, as tempestades Ingrid, Joseph, Kristin, Leonardo, Marta e duas superfícies frontais decorrentes da depressão Nils, que impuseram uma grande pressão sobre as bacias hidrográficas nacionais, provocando cheias com impactos significativos no território, nomeadamente a rutura do dique do leito central do Mondego.

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