A peça «Arte», de Yasmina Reza, numa encenação de António Pires e com interpretações de Cristovão Campos, Nuno Lopes e Rui Melo, inicia em 4 de setembro, em Penafiel, uma digressão por várias localidades portuguesas.
De acordo com a produtora Força de Produção, “depois de uma temporada de cinco meses esgotada em Lisboa e de uma passagem pelo Porto, «Arte» vai continuar a digressão pelo país”.
Em setembro, depois de Penafiel, a peça será apresentada na Figueira da Foz (no dia 5), na Guarda (11), em Fafe (18), em Santa Comba Dão (19), em Barcelos (24), em Paredes de Coura (25) e em Albergaria-a-Velha (26).
Em outubro, há apresentações em Setúbal (dia 3), Almada (9), Barreiro (10), Vila Real (16), Vale de Cambra (17), Faro (22 e 23), Paredes (24), Lousã (30) e Torres Novas (31).
Para novembro estão marcadas apresentações em Oliveira do Hospital (dia 6), Oliveira de Azeméis (7), Sardoal (14), Montijo (27) e Águeda (28).
Em dezembro, «Arte» é apresentada em Ourém (dia 5), Vila Nova de Famalicão (11 e 12) e Leiria (17).
«Arte» estreou-se em setembro do ano passado no Teatro Maria Matos, em Lisboa.
A peça encenada por António Pires “não é, de todo, uma reposição da peça de 1998”, quando a obra se estreou em Portugal.
É “outra coisa, outro espetáculo”, assegurou António Pires em entrevista à agência Lusa em setembro do ano passado, antes da estreia da peça.
Centrada em três amigos que veem a sua relação perturbada quando um deles compra um quadro totalmente branco, assinado por um famoso artista contemporâneo, «Arte» é atravessada por temas universais e inerentes à condição humana, como o conflito, a empatia, a subjetividade do gosto, a convivência e aceitação.
«Arte» estreou-se em Portugal em 1998, no Teatro Villaret, em Lisboa, com interpretações de António Feio, que também encenava, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme. Na altura, a peça foi gravada em vídeo.
Os três atores voltaram a protagonizá-la em 2003, tornando-a numa das comédias de maior êxito da produtora UAU que, em 2016, voltaria a pô-la em palco, no Teatro Tivoli, em Lisboa, com interpretação de Vítor Norte, João Lagarto e Adriano Luz, que assinava a encenação com Carla de Sá.
As duas produções fizeram digressão por vários palcos portugueses.
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