WRC Vodafone Rally de Portugal «acelera» de 7 e 10 de maio com Superespecial na Figueira da Foz

Esta tarde a Casa do Paço recebeu a cerimónia de assinatura do Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo, no âmbito do WRC Vodafone Rally de Portugal 2026.
O presidente da Automóvel Club de Portugal explicou que “este é o último ano que vamos fazer em Matosinhos, porque vai entrar em obras para o metropolitano e, portanto, vamos dois anos para Viseu fazer o centro do rali e o headquarters do rali. O promotor do WRC foi vendido. Nós não sabemos ainda como é que vai ser o rali de 2027, porque querem um rali mais pequeno, mais compacto. Não sabemos quem são os novos promotores, não sabemos quem são os novos donos da empresa. Sabemos que a Red Bull saiu”.
É neste cenário que Carlos Barbosa adiantou que “isto tem a ver com o facto de que vamos começar as negociações. Aliás, já fomos inspecionados em Viseu pelos antigos, mas que transmitiram para os novos, para poder aprovar o novo service park em Viseu durante dois anos pelas razões que acabei de dizer”. Ainda assim, salientou, “penso que não haverá sobressaltos no que diz respeito às atuais especiais na zona Centro. Na zona Norte também não sabemos ainda o que é que se vai passar”.
Carlos Barbosa terminou a intervenção agradecendo o apoio e colaboração prestados pelas demais autarquias envolvidas na prova”.
Os autarcas de Sever do Vouga (Pedro Lobo), Mortágua (Ricardo Pardal), Lousã (Vítor Carvalho), Gois (António Sampaio), Coimbra (vereador Ricardo Lino), Arganil (Luís Costa) e Albergaria-a-Velha (José Coelho) destacaram não só a importância desportiva do Rally, mas também o impacto económico que a prova apresenta e que, também, divulga e promove turisticamente cada um dos territórios.
O presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, em breves palavras, sublinhou “a qualidade, a habilidade dos pilotos, a velocidade, a regularidade e a credibilidade” desta prova “que se impõe pelas características (atrás referidas) cada vez mais importantes nos tempos que correm”.
Pedro Santana Lopes, na qualidade de anfitrião desta cerimónia, recordou ainda “com saudade os anos em que o Rally passava na Serra da Boa Viagem. Nestas edições (a prova) atravessa aqui estas vias da Figueira da Foz com a Superespecial que tanto entusiasma e anima as pessoas e que é divulgada para muitos cantos destas terras”.

Recorde-se que o Vodafone Rally de Portugal 2026 vai para a estrada entre 7 e 10 de maio. Ao todo, são 70 equipas inscritas, num elenco que junta estrelas do WRC, nomes fortes do WRC2 e uma presença significativa de pilotos portugueses.
A edição de 2026 apresenta um formato renovado, com 23 especiais cronometradas distribuídas por cerca de 345 quilómetros disputados ao cronómetro, num total aproximado de 1862 quilómetros.
O arranque competitivo é antecedido, na quarta-feira, dia 6 de maio, pelo shakedown em Baltar, momento decisivo para as últimas afinações das equipas.
Na quinta-feira, 7 de maio, Coimbra recupera o protagonismo com a partida oficial do rali, marcando o início da competição em pisos de terra.
O primeiro dia liga Águeda a Sever do Vouga, segue até Albergaria-a-Velha e termina na Figueira da Foz (superespecial, às 18h05), num traçado que conjuga exigência técnica e espetáculo.

O programa completo do WRC Vodafone Rally de Portugal 2026 pode ser consultado em https://www.rallydeportugal.pt/content.aspx?menuid=3.

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