A Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás e o Arquivo Fotográfico Municipal/Quartel da Imagem assinalam o Dia das Bruxas, a 31 de outubro, com uma programação que cruza a leitura, a criação artística, a narração oral e a fotografia. As propostas incluem atividades para crianças e famílias, com especial enfoque na inclusão, na participação e no respeito pela diferença, proporcionando diferentes formas de descobrir, imaginar e partilhar histórias.
O programa tem início às 14h30, no Quartel da Imagem, com a sessão «Histórias Inclusivas», promovida pela Pedrinhas — Cooperativa de Solidariedade Social e Cultural. Os contos «Monstro» e «O Passeio» serão apresentados através de uma abordagem sensorial e interativa, que alia a leitura ao estímulo de vários sentidos e incentiva a participação do público. Dirigida a crianças e famílias, a atividade valoriza diferentes formas de contacto com as histórias e procura promover a empatia, a aceitação e o respeito pela diferença.
A sessão integra o projeto «Pedrinhar na Figueira da Foz», desenvolvido pela Pedrinhas em parceria com o Município da Figueira da Foz, com financiamento do Instituto para os Direitos das Pessoas com Deficiência.
Também às 14h30, na Sala Infantojuvenil da Biblioteca Municipal, realiza-se a oficina «Como ensinar uma abóbora a falar», dinamizada por Tiago Guerreiro, em colaboração com a associação cultural FlagranteTítulo. Através da ilustração e da escrita criativa, os participantes são convidados a explorar o imaginário do Dia das Bruxas e a transformar ideias em criações próprias. A iniciativa, dirigida a crianças e adultos, dos 12 aos 112 anos, é sujeita a inscrição: biblioteca.municipal@cm-figfoz.pt .
A programação na Biblioteca Municipal prossegue às 16h00 com «Contos de bruxas», uma sessão de narração oral conduzida pela contadora de histórias Maria José Carvalho, que dará vida à personagem de Bruxinha para levar o público por histórias de fantasia e descoberta.
Ao final do dia, entre as 18h00 e as 20h00, o Arquivo Fotográfico Municipal (AFM) associa-se à iniciativa «Há qualquer coisa no Sal», promovida pelo Museu Municipal Santos Rocha, no Núcleo Museológico do Sal. A iniciativa, sujeita a inscrição obrigatória https://form.jotform.com/262874452660362 e com vagas limitadas, vai proporcionar aos participantes duas horas de mistério, bem mais que uma mão-cheia de sustos e medos e tempero q.b..
Dedicada às tradições, às crenças populares e às histórias do imaginário das bruxas, a iniciativa conta com a colaboração do AFM, que realizará e oferecerá fotografias instantâneas aos participantes que desejem guardar uma recordação da experiência. A proposta estabelece uma ligação simbólica entre o sal, as tradições populares e os sais de prata, elementos associados à história e aos primórdios da fotografia.
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