Projecto Renascer pretende “criar uma consciência ecológica” – diz vereador Miguel Pereira

Intitula-se Projecto Renascer e tem por objectivo a sensibilização dos adultos de amanhã para a importância de uma floresta ordenada e em que não faltem as espécies autóctones, capazes de tornar os territórios mais sustentáveis e resistentes a incêndios.
Em parceria com a Câmara Municipal da Figueira da Foz, esta iniciativa - que une o Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro à associação Bioliving - está a chegar às crianças e jovens dos cinco agrupamentos de escolas do concelho, num total de 30 estabelecimentos de ensino, do pré-escolar ao segundo ciclo.
Aos alunos é-lhe confiado vasos com árvores e bolotas pretendendo-se, com este projecto, que ao longo do ano possam cuidar de carvalhos-alvarinhos, nogueiras, freixos, pinheiros-mansos, loureiros, cerejeiras, nogueiras, castanheiros e azevinhos, entre outras espécies.

BOSQUES NOS CENTROS URBANOS E JUNTO ÀS ESCOLAS

O vereador Miguel Pereira pretende dar continuidade a este projecto iniciado no ano lectivo 2017/18 adiantando que “desde o início deste ano que a autarquia tem um plano de sensibilização, formação e criação de espaços verdes”.
Recorda que “este projecto pioneiro procura despertar a necessidade de olhar para as nossas florestas de uma forma diferente, apostando-se em hábito saudáveis e em espécies nativas. Pretende essencialmente criar uma consciência ecológica e chamar a atenção para a biodiversidade numa óptica de integração da sociedade”.
“A distribuição de espécies nativas e autóctones ao pré-primário e secundário, todas as escolas e agrupamentos, culminou com a aproximação e conhecimento das espécies nativas envolvidas, ou seja, estamos a falar, neste primeiro ano, de 450 árvores e 500 bolotas distribuídas”, salienta o responsável pelo Gabinete Técnico Florestal da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Segundo revela o autarca, esta distribuição de árvores e bolotas tem ainda por objectivo “a criação de pequenos bosques nos centros urbanos e junto às escolas de maior dimensão em que crianças e população possam ter essa mesma sensibilização e ligação à floresta”.
“As bolotas distribuídas no ano lectivo passado foram germinadas e o projecto vai passar para o próximo nível de ensino, para que outros obtenham um sentimento comunitário. Este ano o projecto Renascer tem uma capacidade de se desenvolver e crescer ainda mais”, garante Miguel Pereira adiantando que “em 2018/19 pretendemos ampliar com o sinal de plantação de árvores”.
Miguel Pereira deixa alguns agradecimentos, nomeadamente a Glória Pinto “que teve a capacidade de nos apresentar o projecto inicial e de o desenvolver connosco”, ao vice-presidente Carlos Monteiro “pelo papel fundamental em termos de conhecimento e organização” mas também à comunidade escolar, desde corpos directivos, funcionários, docentes, alunos, pais e encarregados de educação.

Foto: Um dos momentos de distribuição de vasos e bolotas no ano lectivo 2017/18

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